...e antes de mais pedir desculpa a quem me vai seguindo por este meio, por não ser tão frequente como talvez fosse o ideal, para não perder interesse. Mas blogar não é sempre tão fácil como pode parecer, mesmo para quem adora falar a escrever. Principalmente tendo que seguir o fio à meada. Nem sempre me apetece falar de novos e de velhos. Há até quem diga(desculpa Décio) depois de ler, que só sei falar sobre isso. E para refutar essa impressão hoje vou falar de sabores .
Hum...e porquê?
E se eu pegar no tema assim:
Quando eu era pequenina ( como diz a canção) não gostava, ou antes, era incapaz de comer uma colher de sopa de nabos, embora eu seja do tempo de se passar bastante "necessidade" e as ementas familiares serem bem parcas. Seria um problema físico, de cheiro ou de mania?
Bem, se era, passou...E de que maneira, porque actualmente arrisco a dizer que é a sopa que melhor me sabe, se bem confeccionada, claro. Mas a minha mãe era uma óptima cozinheira de sopas. Dizem os meus filhos e sobrinhos(mais sobrinhas) que não havia sopa como a da avó do miau. Tenho a informar que o gato também já não existe, só nos nossos corações, como tudo o resto...
E passando a outro ingrediente, era vómito certo (desculpem a imagem um pouco nojenta que posso estar a proporcionar) comer ou sentir apenas pepino numa salada. E agora? Não amo, mas tolero.
Assim sendo e, em jeito conclusivo, o gosto e paladar mudarão com o decorrer da vida?
E ao contrário, acontecerá o mesmo? Ter gostado muito de comer algo que agora se rejeite ou, ainda melhor , não se suporte? E, caras amigas, não vale incluir os enjoos da gravidez!
Não me ocorre nada, mas também não me vou esforçar muito para ter a certeza, pois quero dar oportunidade de resposta a quem me quiser, pacientemente, seguir.
E embora para já em 2 abordagens, ter 1 comentário da minha amiga Márcia e sem esquecer o desejo e tentativa da minha amiga/ enfermeira Mónica, impedida por por qualquer problema técnico (fica a intenção e a alegria de me teres dito que me adoraste ler), motiva a insistência em ter mais eco no vale de emoções deste meu Bloguinho.
Nanem bem e até..
Gu
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Mais do Mesmo...
...ou parecido.
Porque hoje gostaria de dissertar um pouco sobre a "Juventude de Espírito" . Será que existem mesmo jovens velhos e velhos jovens?
Saltando a parte física que cada vez confunde mais, devido ao chamado culto do corpo e que passa desde a permanência, além do salutar, n1 qualquer ginásio até viver para as cirurgias de uma "Corporation Dermoestética"(passo a publicidade), chegamos à parte mais importante: o espírito jovem.
Há casos(não foi o meu) de muitas pessoas que se referem ou recordam os avós como os seus maiores amigos e confidentes. É certo que para isso além da tal leveza de espírito e saber transmitir sem maçar, da parte do ancião, terá também de haver abertura de espírito do jovem interlocutor.Saber falar nunca será mais importante do que saber ouvir.
E não vos aconteceu já ir buscar uma frase dos v/ pais, tios ou padrinhos que na altura em que vos foi transmitida pareceu quase ridícula e usá-la com todo o propósito e até benefício próprio?
Que é que se passou entretanto para mudarmos de opinião sobre o mesmo assunto?
Se pudesse pensar no ser humano como 1 móvel, o melhor para mim seria 1 contador com imensas gavetinhas onde, ao longo da vida, vamos arquivando o bom e o mau e, nem sempre, separadamente um do outro. Daí talvez a confusão no futuro. Ou será o peso da idade( o pdi de uma forma menos obscena e clarificadora à mesma!) ?
E agora perguntam: e o que é que isto tem a ver com a "juventude de espírito" e principalmente com o "conflito de gerações" e eu respondo, um pouco ao jeito dos "Gatos F.": nada, a não ser...
O resto é convosco ou, senão houver eco, comigo, numa próxima prosa.
Beijinhos da
Gu
Porque hoje gostaria de dissertar um pouco sobre a "Juventude de Espírito" . Será que existem mesmo jovens velhos e velhos jovens?
Saltando a parte física que cada vez confunde mais, devido ao chamado culto do corpo e que passa desde a permanência, além do salutar, n1 qualquer ginásio até viver para as cirurgias de uma "Corporation Dermoestética"(passo a publicidade), chegamos à parte mais importante: o espírito jovem.
Há casos(não foi o meu) de muitas pessoas que se referem ou recordam os avós como os seus maiores amigos e confidentes. É certo que para isso além da tal leveza de espírito e saber transmitir sem maçar, da parte do ancião, terá também de haver abertura de espírito do jovem interlocutor.Saber falar nunca será mais importante do que saber ouvir.
E não vos aconteceu já ir buscar uma frase dos v/ pais, tios ou padrinhos que na altura em que vos foi transmitida pareceu quase ridícula e usá-la com todo o propósito e até benefício próprio?
Que é que se passou entretanto para mudarmos de opinião sobre o mesmo assunto?
Se pudesse pensar no ser humano como 1 móvel, o melhor para mim seria 1 contador com imensas gavetinhas onde, ao longo da vida, vamos arquivando o bom e o mau e, nem sempre, separadamente um do outro. Daí talvez a confusão no futuro. Ou será o peso da idade( o pdi de uma forma menos obscena e clarificadora à mesma!) ?
E agora perguntam: e o que é que isto tem a ver com a "juventude de espírito" e principalmente com o "conflito de gerações" e eu respondo, um pouco ao jeito dos "Gatos F.": nada, a não ser...
O resto é convosco ou, senão houver eco, comigo, numa próxima prosa.
Beijinhos da
Gu
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Genesis...
...e foi assim que tudo começou. Ou antes, foi assim que surgiu a ideia: escrever sobre O CONFLITO DE GERAÇÕES.
Ter 46 anos de idade e 2 filhos adolescentes (?). Um definitivamente adolescente por ter 19 anos e por pensar como eu pensava " naquela" idade. O outro , com quase 25, como se define? Pós-adolescente, pré-adulto, um misto dos dois?
Isto faz-me lembrar que "cada caso é um caso" ( quem se terá lembrado de tal frase, que tudo quer definir tão exageradamente?)
Fiquem já a saber, caros amigos, que sou pessoa para muito divagar...mas voltando ao assunto que me trouxe aqui, vou tentar recomeçar:
Um belo dia, ao acordar,olhei para o espelho que tenho em frente à cama( contra as leis de Feng Shui ) dei comigo a pensar que há 10 anos atrás era bastante mais nova, porque parece que ter perto de 50, é muito diferente que ter mais de 40. E comecei por fazer um exercício que repito amiúde: o tentar recordar-me dos meus pais, mais da minha mãe, com a idade que tenho agora e, tentar visualizar se a considerava na altura "entradota" , "cota" ou simplesmente velha. Como 2º. exercício, geralmente tento repetir, com a m/ percepção actual, essas imagens da minha antiga mãe. E sabem que quase sempre me acontece lembrar uma conversa de alguém que me contou que quando era "nova" achava que, por ex., construir 1 casa própria com mais de 30 anos, já seria tarde. E nessa precisa altura, com mais de 45, pensar que afinal ainda estava muito a tempo. Aqui está parte daquele CONFLITO, o tema deste Blog, entre outros ou não se intitulasse:pais filhos e outros. Os "outros", podem ser tomados como outros familiares, amigos, temas, porque a imaginação, essa não envelhece, apenas se reproduz sem fim...
Ter 46 anos de idade e 2 filhos adolescentes (?). Um definitivamente adolescente por ter 19 anos e por pensar como eu pensava " naquela" idade. O outro , com quase 25, como se define? Pós-adolescente, pré-adulto, um misto dos dois?
Isto faz-me lembrar que "cada caso é um caso" ( quem se terá lembrado de tal frase, que tudo quer definir tão exageradamente?)
Fiquem já a saber, caros amigos, que sou pessoa para muito divagar...mas voltando ao assunto que me trouxe aqui, vou tentar recomeçar:
Um belo dia, ao acordar,olhei para o espelho que tenho em frente à cama( contra as leis de Feng Shui ) dei comigo a pensar que há 10 anos atrás era bastante mais nova, porque parece que ter perto de 50, é muito diferente que ter mais de 40. E comecei por fazer um exercício que repito amiúde: o tentar recordar-me dos meus pais, mais da minha mãe, com a idade que tenho agora e, tentar visualizar se a considerava na altura "entradota" , "cota" ou simplesmente velha. Como 2º. exercício, geralmente tento repetir, com a m/ percepção actual, essas imagens da minha antiga mãe. E sabem que quase sempre me acontece lembrar uma conversa de alguém que me contou que quando era "nova" achava que, por ex., construir 1 casa própria com mais de 30 anos, já seria tarde. E nessa precisa altura, com mais de 45, pensar que afinal ainda estava muito a tempo. Aqui está parte daquele CONFLITO, o tema deste Blog, entre outros ou não se intitulasse:pais filhos e outros. Os "outros", podem ser tomados como outros familiares, amigos, temas, porque a imaginação, essa não envelhece, apenas se reproduz sem fim...
Gu
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